Em meio ao núcleo dos homomorfismos que fazem minha cabeça girar num ângulo qualquer, fico em paz por estar em paz.
Não é preciso a companhia costumeira. Não preciso de nada além das gotas matinais, da água pra me refrescar do calor que faz na minha casa e, como antes, da minha casa.
Eu só preciso ouvir a voz da minha mãe animada, saber que meu irmão já está dormindo e entender que o núcleo do homomorfismo é, atualmente, o que mais precisa da minha atenção.
Vivamos!